MANIFESTO | 2015 | ALEMANHA-AUSTRÁLIA | 95MIN | DRAMA

Guion Center 3
15h25

De 9/11 (quinta-feira) até 15/11 (quarta-feira)

Direção e Roteiro:
JULIAN ROSEFELDT

Elenco:
CATE BLANCHETT, ANDREW UPTON, CARL DIETRICH CARLS, MARINA MICHAEL KURISINGAL, MARIE BORKOWSKI FOEDROWITZ, EA‑JA KIM

Apresentação

Na próxima quinta, 26 de Outubro, estreia o aguardado filme MANIFESTO com a premiada e talentosa CATE BLANCHETT!

Vencedora do Oscar por “Blue Jasmine” e “O Aviador”, Blanchett foi nomeada ao Oscar também por “Carol”, “Elizabeth – A Era de Ouro”, “Não Estou Lá”, “Notas Sobre um Escândalo” e “Elizabeth”
Este filme não poderia ser mais do que atual no Brasil quando a questão é falar sobre a “ARTE”!

O filme Manifesto de Julian Rosefeldt faz homenagem à tradição cinematográfica e à beleza literária dos manifestos artísticos, em última análise questionando o papel do artista na sociedade contemporânea.

Premiação

TRIBECA FILM FESTIVAL, FESTIVAL DE SUNDANCE, FESTIVAL DE ROTERDÃ 2017 e FESTIVAL DO RIO.

Crítica

“Você pode não saber muito sobre os manifestos de arte do século XX, mas você saberá o que você gosta com o deslumbrante turno de Cate Blanchett como 13 personagens extremamente divertidos que os exploram no Manifesto.” – Toronto Star

“Não é mais uma vitrine principalmente para o artista. Manifesto torna-se uma homenagem ao ator – e ao processo de atuação.” – Rolling Stone

“…o público não precisa ser intimidado: o “Manifesto” não pode aderir a nenhuma estrutura narrativa convencional, mas é compulsivamente consumível, pois Rosefedlt nos atrai para uma escravidão hipnótica, em parceria com o diretor de fotografia Christoph Krauss para transformar uma série de sugestões locais (a maioria dentro e ao redor da capital alemã de Berlim, emoldurada como fotos de Andreas Gursky de alta resolução) em etapas para diferentes movimentos na arte do século XX.” – Variety

“Para abrir um manifesto você deve querer: ABC para fulminar contra 123;
voar em uma raiva e aguçar suas asas para disseminar pequenos abc e grandes abcs;
para assinar, gritar, jurar, provar o seu não mais ultra, organizar a prosa de uma maneira não irrefutável…
Eu estou contra a ação;
Eu sou uma contradição contínua, também para afirmação.
Eu não sou nem pró nem contra e eu não explico porque odeio o senso comum.
EU ESTOU ESCREVENDO UM MANIFESTO PORQUE EU NÃO TENHO NADA A DIZER.”
PHILIPPE SOUPAULT (1920)

Sinopse

Os históricos manifestos de arte podem ser aplicados à sociedade contemporânea? Uma homenagem às declarações artísticas e inovadoras do século XX, dos futuristas e dadaístas ao Pop Art, Fluxus, Lars von Trier e Jim Jarmusch, esta série de reencenações interpretadas por Cate Blanchett explora os componentes performativos e o significado político dessas declarações.

Trailer