LE JEUNE KARL MARX | 2017 | FRANÇA-ALEMANHA-BÉLGICA | 118 MIN | DRAMA |

Guion Center 2 - 14h30 – 18h30

De 18/01 (quinta-feira) até 24/01 (quarta-feira)

Direção:
RAOUL PECK

Roteiro:
PASCAL BONITZER & RAOUL PECK

Elenco:
AUGUST DIEHL/ STEFAN KONARSKE/ VICKY KRIEPS/ OLIVIER GOURMET/ HANNAH STEELE

Apresentação

Entra em cartaz nesta semana em Porto Alegre O JOVEM KARL MARX.

Filme do cineasta haitiano RAOUL PECK, do elogiado EU NÃO SOU SEU NEGRO – documentário INDICADO AO OSCAR, vencedor do PEOPLE ́S CHOICE AWARD DE MELHOR DOCUMENTÁRIO – TORONTO TIFF e SELECIONADO na BERLINALE PANORAMA 2017.

A produção é de ROBERT GUÉDIGUIAN, diretor de AS NEVES DO KILIMANDJARO exibido pelo Guion!

Evitando criar um filme de época clichê, o objetivo segundo Peck foi recriar uma atmosfera – a fervente realidade de uma era – para melhor inserir a audiência na Europa dos anos 1840: A dureza das fábricas na Inglaterra, as ruas decrépitas e nojentas de Manchester(comparadas com uma boa cidade), a privilegiada atmosfera dos interiores parisienses (residências luxuosas, livrarias, etc.), e a energia e vontade da juventude de mudar o mundo, tudo combinado para ilustrar os anos de desigualdade.

Para este trabalho, Peck levou mais de seis anos, combinando as mais relevantes biografias e pesquisas, mas também as mais críticas.

No final concentrou-se nas cartas trocadas entre 1843 e 1850 entre os personagens principais, incluindo a volumosa correspondência entre Marx e Engels e os trabalhos de Raymond Aron na Universidade da França.

Todo esse trabalho resultou em um longa-metragem ancorado em cinema, longe de qualquer forma de didatismo.

Sinopse

Aos 26 anos, Karl Marx embarca para o exílio junto com sua esposa, Jenny.

Na Paris de 1844, ele conhece Friedrich Engels, filho de um industrialista que investigou o nascimento da classe trabalhadora britânica. Engels oferece ao jovem Marx a peça que faltava para completar a sua nova visão de mundo. Entre a censura e a repressão, os tumultos e as repressões políticas, eles lideram o movimento operário em meio a era moderna.

O longa foi filmado respeitando as três linguagens historicamente usada pelos personagens (francês, alemão e inglês). Marx e Engels falavam, escreveram e publicaram em alemão e francês, indo de uma língua a outra de acordo com o lugar aonde estavam e com quem estavam falando. A maior parte do filme, então, é falada em francês.