Sieranevada | Romênia | 2016 | 173 min. | Drama | 14 anos

ESTREIA
20h

De 15/12 (quinta-feira) até 21/12 (quarta-feira)

Direção e Roteiro: CRISTI PUIU

Elenco:
MIMI BRANESCU, MIRELA APOSTU,
EUGENIA BOSÂNCEANU

Premiação

FILME INDICADO PELA ROMÊNIA AO OSCAR 2017.

Imprensa

Critikat.com
★★★★★ por Axel Scoffier
O filme, construído como uma sucessão de cenas absurdas, é ligado pelo fio subterrâneo da incompreensão mútua e do aspecto fundamentalmente idiossincrático do acesso ao real, que seja de ordem familiar ou política.

Cineplayers
★★★★1/2 por Francisco Carbone
Hoje, após até ganhar uma Palma em Cannes, a Romênia é claramente uma das super potências do cinema mundial. Ver ‘Sieranevada’ retifica essa afirmação […] Tão raro ver um filme onde absolutamente todos os personagens são bem escritos, diferenciados e postos em prática por elenco e realizador.

Papo de Cinema
★★★★1/2 por Marcelo Müller
A profundidade e a complexidade são, assim, condicionadas pela habilidade de Puiu para, primeiro, criar uma encenação rigorosa e, segundo, camufla-la com o poderoso véu da espontaneidade.

Cinema em Cena
★★★★ por Pablo Villaça
Sieranevada não é, portanto, uma narrativa guiada por uma trama complexa ou pelas ações dos personagens, mas sim por quem estes são e pela forma como se sentem diante do mundo e dos parentes.

Télérama
★★★★ por Pierre Murat
Neste filme magnífico, Cristi Puiu se infiltra com maestria entre seus múltiplos personagens, sem sacrificar nenhum deles, brincando simultaneamente com as intrigas e os estilos. É um digno sucessor de Robert Altman.

Screen International
★★★★ por Dan Fainaru
Como uma composição musical, Cristi Puiu alterna entre compassos e ritmos, subindo, descendo e passeando pela escala de decibéis sem esforço algum…

The Hollywood Reporter
★★★★ por Boyd van Hoeij
“A vida tem seus altos e baixos”, diz um dos personagens do filme, completando que “hoje é um momento dos baixos”. O mesmo não pode ser dito de “Sieranevada”…

Variety
★★★★ por Peter Debruge
[…] o diretor encontra uma forma de produzir uma tapeçaria – de laços familiares – onde a traição e a desesperançosa busca pela verdade são julgadas em um micro e macropolítico…

Sinopse

Três dias após o ataque terrorista à redação do semanário Charlie Hebdo e 40 dias após a morte de seu pai, Larry, um médico quarentão, se prepara para passar o sábado em família como homenagem ao falecido. A ocasião, no entanto, não acontece de acordo com suas expectativas. Forçado a confrontar seus medos e seu passado, ele terá que repensar o lugar que ocupa no seio de sua família ao encontrar pouco espaço para contar a sua versão da verdade.

FESTIVAL DE CANNES 2016 E DO MESMO DIRETOR DE “A MORTE DO SR. LAZARESCU”.