Portugal | Brasil | França | África do Sul | Moçambique | 2016 | 93 minutos
SEM SESSÃO
Direção:
LICINIO AZEVEDO
Roteiro:
LICINIO AZEVEDO E TERESA PEREIRA
Elenco:
MATAMBA JOAQUIM - Taiar / MÁRIO MABJAIA - Adriano Gil / MELANIE DE VALES RAFAEL - Rosa / THIAGO JUSTINO - Salomão / CELESTE BALOI - Pureza / ABDIL JUMA - Omar Iman / VÍTOR RAPOSO - Celeste Caravela / ABSALÃO MACIEL - Baioneta / HERMELINDA SIMELA - Amélia / HORÁCIO GUIAMBA - Josefino / SABINA FONSECA - Mariamu / ANTÓNIO NIPITA - Sete Maneiras / MÁRIO VALENTE - Danger Man
Apresentação
Cineasta, produtor e escritor gaúcho radicado em Moçambique desde 1975. Licínio Azevedo trabalhou no Instituto Nacional de Cinema (INC), acompanhando realizações de Ruy Guerra e Jean-Luc Godard. Orientou um programa de televisão seminal denominado Canal Zero, no Instituto de Comunicação Social de Moçambique. Fundou uma empresa de produção cinematográfica chamada Ébano Multimédia. Seus diversos documentários foram premiados em todo o mundo. Em 1999, Azevedo recebeu um prêmio da FUNDAC (Fundo para o Desenvolvimento da Arte e Comunicação) pelo conjunto de sua obra.
Premiação
O filme moçambicano “Comboio de Sal e Açucar” foi premiado, em Los Angeles, Estados Unidos, no 26º PAFF – The Pan African Film & Arts Festival, em Fevereiro de 2018 . Nele o realizador Licinio Azevedo recebeu, com este filme, o seu terceiro prémio de Melhor Realizador de Ficção (Director’s Award for Feature Narrative). Já havia recebido o mesmo prémio no 38º Festival Internacional de Cinema do Cairo e no Festival Africano de Khoribga, em Marrocos.
Considerado pela crítica um “wester africano”, “Comboio de Sal e Açucar”, para além destes prémios de realização, já ganhou vários outros: o Tanit de Ouro para Melhor Longa-Metragem de Ficção no Festival de Carthage, na Tunisia, onde também recebeu o prémio para Melhor Imagem, o Prémio da Federação Internacional de Críticos de Cinema e o da Federação Africana de Críticos Cinematográficos. No Festival de Cinema de Johannesburg (Joburg Film Festival) foi premiado como o Melhor Filme e, na sua estreia internacional, no Festival de Locarno, um dos antigos e importantes do mundo, foi o grande vencedor do Prémio da Crítica Independente italiana, o Boccalini d’Oro, na categoria de melhor produção, “por ser um filme que assinala a capacidade que o cinema africano tem de enamorar o grande público” (Ticino Today).
Sinopse
Moçambique, em plena guerra civil, um comboio que liga Nampula ao Malawi é a única esperança para centenas de pessoas dispostas a arriscar a própria vida numa viagem para garantir sua subsistência. Trafegando por trechos da linha de trem completamente sabotados, a jovem enfermeira Rosa, que está a caminho do hospital para trabalhar, conhece o Tenente Taiar, que tem como missão conduzir a todos salvos. Uma estória de amor em tempos de guerra a bordo de um comboio de mercadorias, que leva além de pessoas, sonhos.
